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Carollzinha

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  2. Carollzinha #6845
  3. Happy Bday Stake ❤️❤️❤️ ~ Carollzinha
  4. Best of luck Shinjo!! Sadly not able to watch today but you gonna end in #13 ☺️ (I would say 69 but ya know, its too high so 13 is better )
  5. O novíssimo mercado das criptomoedas cresce em proporções assustadoras. Porém como todo negócio do mundo, as criptomoedas estão sujeitas a ataques e como a blockchain praticamente impossibilita algum tipo de fraude, o tendão de Aquiles deste mercado acaba sendo, na maioria dos casos, o próprio investidor Este fato acaba deixando muitas pessoas incomodas e em dúvida quando o assunto é investir em Bitcoin e criptomoedas. Além disso, roubos cibernéticos podem acontecer caso não se tenha o mínimo de precaução. Veja a seguir algumas dicas! Roubo de dados e promessas de lucro são os combustíveis das fraudes As fraudes mais clássicas que estão ocorrendo no mercado são as seguintes: Hacks de phishing Esquemas ponzi (pirâmides financeiras) O Hacks de phishing nada mais são do que roubar informações de usuários. Os ladrões utilizam formulários falsos ou e-mails contaminados. Assim, são diversas as tentativas de roubar dados de usuários para que se possam chegar à uma conta em uma exchange ou à uma carteira de criptomoedas. No final, o atacante pode até transferir e furtar esses valores da conta do usuário. Já os esquemas ponzi são as conhecidas pirâmides financeiras, que geralmente prometem lucro diário fora do comum. Assim, muitas pessoas acabam, por ambição, caindo em promessas de ganhos de “2% por dia” ou até mais. Vale lembrar que é impossível lucrar 2% ao dia sem altos riscos associados, pior ainda é ter esse ganho dado como “garantido”, como se fosse uma renda fixa. Os números que comprovam o rombo causado por roubos desse tipo vem crescendo. Assim, em 2017 o valor roubado em criptomoedas foi de US$115 milhões na categoria de hacks com phishing. Por fim mais US$103 milhões também foram ligados a roubos em softwares. Algumas dicas para não cair em golpes A criptografia é uma das tecnologias mais seguras do mundo, assim, para fugir de ciladas confira as dicas a seguir: Fuja de esquemas que te obrigam a convidar alguém para sustentar a rede; Se participa de grupos, não aceite ajuda em privado. Peça para que a pessoa poste publicamente essa ajuda; Desative autenticação por SMS ou EMAIL para recuperar a sua conta; Ative o 2FA (autenticação em duas etapas); Nunca envie suas informações pessoais para ninguém e nem confirme nada fora de algum meio oficial de comunicação com a sua exchange; Use cold wallets (carteiras offline ou de hardware) ao invés de manter seus valores parados em exchanges; Procure uma exchange confiável, com boa reputação no mercado; Desconfie de todo tipo de lucro alto. Assim, lembre-se que apenas a renda fixa pode ter valores fixos atrelados antes do investimento; Pesquise no Google, afinal de contas, ele pode ser seu amigo. Por fim, todos os anos, o roubo de criptomoedas cresce no mundo inteiro. Em 2013, segundo dados, tivemos hacks registrados em US$ 3 milhões e certo tempo depois, em 2016, o desvio já batia a casa dos 95 milhões.
  6. Passa o endereço aí pra galera 😍
  7. A Messari, empresa de análise de blockchain, divulgou um relatório mostrando que a cada US$1 gasto na deep web, US$800 são lavados no sistema financeiro tradicional. A divulgação do relatório veio com o intuito de rebater a fala do Secretário do Tesouro dos Estados Unidos Steven Mnuchin, que defendeu a ideia de que o Bitcoin “é utilizado para permitir atividades ilegais e para realizar lavagem de dinheiro”. O relatório “Bitcoin in the Grand Scheme of Things” (Bitcoin no Grande Esquema das Coisas, em tradução livre) compara quem mais contribui para atividades criminosas, as moedas tradicionais ou o Bitcoin. O estudo, com os dados da Chainalysis e do Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crimes, mostrou que, quando comparadas, a contribuição do Bitcoin para atividades ilegais é ofuscada pelo dólar norte-americano. Embora essa revelação possa ser um choque para os gigantes financeiros tradicionais, é importante notar que o estudo da Messari considerou o volume total de Bitcoin gasto na deep web, que é amplamente composto por transferências legítimas. Além disso, a comparação individual também mostrou que as economias globais registraram um aumento explosivo em seu estoque de moeda estreita [M1], ou seja, dinheiro físico e ativos digitais. Notícia (inglês): https://messari.io/c/research/bitcoin-in-the-grand-scheme-of-things
  8. Um estudo publicado em junho deste ano revelou que a mineração de Bitcoin é responsável por emitir grandes quantidades de gás carbônico na atmosfera. Segundo o estudo, mais de 34 mil toneladas de gás carbônico são emitidos pela referida atividade anualmente. De acordo com o estudo, a quantidade de gás carbônico emitida atribuída ao Bitcoin se iguala à emissão de cidades como Las Vegas, nos EUA, e Viena, na Áustria. No dia 14 de julho, a Bitcoin Magazine publicou em sua conta oficial no Twitter um estudo interessante que também diz respeito à emissão de gás carbônico. Segundo o estudo publicado pelo site RT, um terço de todos os vídeos presentes na internet são de conteúdo pornográfico e a soma de todas as vezes que eles são assistidos anualmente é responsável pela emissão de 100 milhões de toneladas de gás carbônico. O estudo ressalta que a quantidade de gás carbônico emitida pela transmissão de vídeos pornográficos é equivalente ao que é produzido por toda a área residencial da França. Outro terço dos vídeos assistidos diz respeito a serviços de streaming como o Netflix. No caso destes conteúdos, a emissão de gás carbônico equivale ao que foi produzido pela economia chilena. É feito ainda um alerta sobre as emissões, que continuarão a crescer juntamente com o aumento nas visualizações de conteúdo online, sugerindo limitações – como a retirada de reprodução automática e configuração para usar uma resolução menor. Reportagem falando sobre a produção de CO2 pela mineração de Bitcoin (inglês): https://www.thehindu.com/sci-tech/technology/bitcoin-use-causing-huge-co2-emissions-study/article27979548.ece Reportagem falando sobre a emissão de carbono pela pornografia online (inglês): https://www.rt.com/news/464109-porn-co2-emissions-report/
  9. Best of luck I even did open Stake here to try the challenge as it seems pretty fun but then I saw your amazing "In order to win it must be consecutive bets. 12 wins in a row in a single video, no cuts/editing ect" comment and decided that the best I can do right now is to enjoy the warmness that is in my bed
  10. O primeiro tuíte sobre Bitcoin do 45º (quadragésimo quinto) presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, está tendo uma grande repercussão entre as pessoas do universo das criptomoedas. No post da última quinta-feira, 11 de julho, Trump se posicionou quanto ao Bitcoin e, como esperado, o presidente dos EUA criticou o mercado de criptoativos como um todo. Justin Sun, fundador da Tron e CEO do BitTorrent, respondeu às criticas que Donald Trump fez às criptomoedas de uma forma inusitada. Em seu Twitter, Sun afirmou que o presidente norte-americano está se baseando em notícias falsas e o convidou para um almoço, em que também estarão presentes Warren Buffet e algumas personalidades do universo dos criptoativos. Sun ainda afirmou que será uma excelente oportunidade para que o presidente conheça sobre criptoativos. Além do Donald Trump, o criador da Tron anunciou, no mês passado, que convidou o criador da Litecoin Charlie Lee para o mesmo almoço. Matérias relacionadas que podem lhe interessar:
  11. It seems I am too ugly for FaceApp as it won't load my pictures.. all it tells me is to try again and again
  12. A regulamentação dos criptoativos no Brasil ganhou uma defesa nobre – no sentido literal do termo. O Deputado Federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL – SP) fez várias críticas ao processo de regulamentação que está em tramitação na Câmara dos Deputados. O Deputado, que é cientista político e membro da família imperial brasileira, fez seus comentários perante à subcomissão especial na Câmara sobre a regulamentação de criptoativos. Bragança questionou sobre a natureza da regulamentação e os possíveis interesses por trás dela. O Deputado também criticou a origem do projeto, que partiu do Banco Central e não de um PLIP (Projeto de Lei de Iniciativa Popular). Contudo, ele reconheceu que existem demandas, como a criminalidade, que devem ser analisadas pela Câmara. Mas que falta clareza ao projeto e que isso pode “dar carta-branca para regulamentação sem limites”. Embora a fala do Deputado tenha repercutido positivamente, o verdadeiro debate sobre a regulamentação seguirá na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que analisará o PL 2.303/2015, do deputado Áureo Ribeiro. O deputado Expedito Netto (PSD/RO), cujo parecer dado em dezembro de 2017 defendeu a proibição das criptomoedas no Brasil, foi nomeado relator da Comissão. Parecer de Expedito Netto defendendo a proibição das criptos no Brasil: https://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/ECONOMIA/551223-RELATOR-QUER-PROIBIR-EMISSAO-DE-MOEDAS-VIRTUAIS.html Um pouco mais sobre Luiz Philippe de Orléans e Bragança: https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Philippe_de_Orléans_e_Bragança
  13. A Cyrela, uma das principais empresas do setor imobiliário do Brasil, realizou a primeira transação imobiliária inteiramente via tecnologia blockchain. Toda a documentação do imóvel, assim como os procedimentos de registro, foram “espelhados” usando a blockchain (o processo tradicional de registro no cartório também foi realizado). O empreendimento foi o primeiro do tipo no Brasil e foi possível por meio de uma parceria com a startup Growth Tech, dentro do projeto Notary Ledgers, baseado na blockchain da IBM. Segundo os participantes do projeto, no procedimento tradicional, envolvendo o cartório, o tempo médio de um registro de imóvel é de um mês, enquanto o uso de blockchain reduziu o tempo para 20 minutos. Em comentário, a diretora de assuntos jurídicos da Cyrela Rafaella Carvalho disse: Já segundo o fundador da Growth Tech Hugo Pierre, o processo atualmente adotado pelos cartórios no Brasil precisa migrar para um serviço digital baseado em blockchain.
  14. A Minasul, grande cooperativa de grãos de café, planeja emitir um token apoiado pelo café, como foi noticiado no site de notícias Bloomberg nesta quinta-feira, dia 11 de julho. A Minasul – uma das maiores cooperativas de café do país—planeja emitir ainda este mês o seu token baseado em blockchain e que será apoiado por suprimentos de café. José Marcos Magalhães, presidente do Minasul, disse em uma entrevista durante o Fórum Global do Café em São Paulo. Segundo a Bloomberg, os agricultores também poderão comprar o token em troca da produção atual e futura de grãos de café, sendo que 30% da safra atual, 20% da próxima safra e 10% da safra seguinte são elegíveis para troca. Magalhães ainda explicou que esse mecanismo de financiamento reduzirá os custos operacionais tanto da Minasul como para os agricultores, uma vez que excluirá o cartório como um intermediário. O token faz parte do projeto de digitalização mais amplo da empresa, que tem como intuito permitir que os agricultores vendam suas colheitas diretamente em transações por celulares. Notícia no site da Bloomberg (inglês): https://www.bloomberg.com/news/articles/2019-07-10/crypto-coffee-coin-is-coming-to-brazil-s-countryside-farmers
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